Gênero e educação
Este espaço está aberto àqueles e àquelas que pretendem discutir e compreender melhor as desigualdades (re)produzidas nas relações de gênero que acontecem no cotidiano escolar.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Literatura queer
O roteiro abaixo foi feito para quem deseja se aproximar dos estudos queer. Trata-se de um pequeno guia para iniciantes, com as referências dos textos e breves comentários. A ordem de leitura foi criada apenas para tentar facilitar a compreensão, mas isso não quer dizer que você precisa necessariamente seguir os passos à risca.
Apenas textos em língua portuguesa e espanhola foram selecionados, o que torna a lista muito limitada e incompleta porque a maioria da produção foi escrita em inglês.
Primeiras leituras: muitas pessoas dizem, e com razão, que vários textos sobre os estudos queer são difíceis de serem compreendidos. Por isso, os primeiros textos abaixo são bons para os iniciantes porque simplificam e contextualizam determinadas questões de forma bem didática.
Sugiro começar pelos textos de Guacira e Richard (Louro, Guacira Lopes. Um corpo estranho. Ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte, Autêntica, 2004, e Miskolci, Richard. A Teoria Queer e a Sociologia: o desafio de uma analítica da normalização. In: Sociologias. Porto Alegre: PPGS-UFRGS, 2009. N.21 Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-45222009000100008&lng=en&nrm=iso).
Guacira e Richard possuem vários textos sobre os estudos queer, mas esses dois dão uma boa introdução sobre conceitos centrais e o contexto histórico do surgimento dessas pesquisas e reflexões. Leia esses textos e veja como os estudos queer nasceram também do ativismo político. Em espanhol, uma coletânea ótima para iniciantes é: Córdoba, David, Sáez, Javier e Vidarte, Paco. Teoria queer. Políticas bolleras, maricas, trans, mestizas. Madrid: Editorial Egales, 2ª edición, 2007. Também em espanhol, um site com dezenas de textos ligados aos estudos queer é o http://www.hartza.com/
Em seguida, sugiro ler Foucault, em especial o primeiro volume da História da sexualidade. Trata-se de uma obra que influenciou muito os estudos queer e que será constantemente referenciada pelas demais pessoas. (Foucault, Michel. História da Sexualidade I: A vontade de saber. 3. ed. Rio de Janeiro: Graal, 1979). Ler alguma coisa de Freud, Lacan, Deleuze e Derrida também é indicado, mas isso você pode deixar para um pouco mais tarde.
O terceiro passo é ler o livro mais citado de Judith Butler, autora americana considerada uma das principais teóricas queer. Ainda temos poucos textos dela traduzidos para a língua portuguesa. Enfrente primeiro Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade (Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003). Nessa complexa obra, considero central a desconstrução que ela faz sobre várias “verdades” sobre as sexualidades, a grande crítica a quem pensa sexualidades e gênero através de binarismos e as explicações em torno da exigência de uma linha coerente entre sexo-gênero-desejo e prática sexual.
Em seguida leia a introdução do livro em que ela responde críticas que recebeu em Problemas de gênero. Trata-se do livro Cuerpos que importan. Sobre los limites materiales y discursivos del “sexo”. (Buenos Aires: Paidós, 2008). Em português, a introdução foi publicada em um livro ótimo organizado por Guacira (O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte, Autêntica, 2001). Aproveite e leia os demais textos dessa coletânea, em especial do inglês Jeffrey Weeks, um autor contemporâneo de Foucault mas que não ficou com a mesma fama. Weeks não é um autor queer, mas nele é possível entender melhor os argumentos da tese da construção das sexualidades, em contraposição à naturalização. Os estudos queer criticam as duas perspectivas através de uma perspectiva desconstrucionista.
Depois disso, provavelmente você vai ficar com muitas dúvidas sobre o conceito de abjeção e abjeto. Parta para as entrevistas com Butler. Uma das melhores está em Como os corpos se tornam matéria: entrevista com Judith Butler (In: Revista Estudos Feministas. Volume 10, número 1, Florianópolis, janeiro de 2002, pp. 155-167. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2002000100009.)
Outro texto de Butler publicado em português, e que ajuda a entender a crítica dela ao modelo de família nuclear burguesa, é O parentesco é sempre heterossexual? (In: Cadernos Pagu, n. 21, 2003, p. 219 a 260, Disponível em http://www.scielo.br/pdf/cpa/n21/n21a10.pdf). Aqui talvez fique mais compreensível a crítica dela no debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Outra entrevista interessante, para começar a ler textos além de Butler, é a realizada com a espanhola Beatriz Preciado. Veja, por exemplo, Entrevista com Beatriz Preciado. (In: Cadernos Pagu (28), janeiro-junho de 2007, p. 375 a 405. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-83332007000100016&script=sci_arttext). Aliás, a Pagu é uma das revistas que mais publicou textos relacionados aos estudos queer no Brasil e está toda disponível no sistema Scielo.
Os livros de Preciado ainda não foram traduzidos no Brasil. Sugiro as leituras de Manifesto contra-sexual (Madrid: Editorial Opera Prima, 2002); Multidões queer (disponível em http://www.intersexualite.org/MULTID_ES_QUEER.pdf) e Testo Yonqui (Madrid: Editorial Espasa, 2008). Com essas leituras, você poderá começar a perceber as diferenças entre Butler e Preciado. Se a primeira produz uma leitura mais ligada a um feminismo lésbico, a segunda já pensa mais a partir do universo transgênero.
Mas isso não quer dizer que as reflexões de Butler não prestam para pensar o universo trans. No Brasil, temos bons exemplos disso, tais como os trabalhos de Berenice Bento, Larissa Pelúcio e várias outras pessoas. Berenice é autora do livro O que é transexualidade? (São Paulo: Brasiliense, 2008) e A reinvenção do corpo: a sexualidade e o gênero na experiência transexual (Rio de Janeiro: Garamond, 2006). Nessas duas obras, Berenice analisa o segmento transexual a partir dos estudos queer e, com isso, desmonta a ideia de que existe apenas uma identidade transexual e critica fortemente o discurso médico. Há diversos outros textos dela disponíveis na internet, basta procurar nos sites de busca e no sistema Scielo.
O livro de Larissa é Abjeção e desejo: uma etnografia travesti sobre o modelo preventivo de aids (São Paulo: Annablume, 2009). O texto dela com Richard Miskolci também dá uma boa dimensão de suas reflexões, leia A prevenção do desvio: o dispositivo da aids e a repatologização das sexualidades dissidentes (In: Sexualidad, Salud y Sociedad – Revista Latinoamericana. Rio de Janeiro: CLAM-UERJ, 2009. n. 1 25-157. Disponível em http://www.epublicacoes.uerj.br/ojs/index.php/SexualidadSaludySociedad/article/view/29/26). Tratam-se de dois estudos sobre o segmento travesti a partir dos estudos queer, com críticas ao campo da saúde.
Sobre o embaralhamento das identidades travesti, transexual e transgênero, leia o livro de Tiago Duque, Montagens e desmontagens (São Paulo: Annablume, 2011).
Nesse momento, você já deverá ter lido referências sobre diversos outros estudos considerados pioneiros dos estudos queer. Um deles é o de Eve Kosofsky Sedgwick, A epistemologia do armário. A introdução desse livro você encontra em Cadernos Pagu (número 28, janeiro-junho de 2007, disponível em http://www.scielo.br/pdf/cpa/n28/03.pdf.) A introdução já é muito produtiva para pensar a chamada “saída do armário” e, com ela, criticar essa política muito usada pelos movimentos sociais LGBT.
Outro livro pioneiro é o de Monique Wittig, El pensamento heterosexual y otros ensayos (Madrid: Egales, 2006). A obra contém uma importante reflexão sobre a heterossexualidade, que ela considera como um “regime político”. Também entre os pioneiros dos estudos queer está o americano David Halperin, autor do livro San Foucault. Para uma hagiografia gay (Buenos Aires: Ediciones Literales, 2007). É a melhor obra que conheço sobre a importância de Foucault para os estudos queer.
Hoje, também está ocorrendo uma tentativa de recuperar estudos mais antigos que já poderiam ser considerados queer. Um deles é do francês Guy Hocquenghem, El deseo homossexual (Madrid: Melusina, 2009). Um posfácio nesse livro, escrito por Preciado, também gerou outra obra, escrita pelos espanhóis Javier Sáez e Sejo Carrascosa, Por el culo. Políticas anales (Madrid: Editorial Egales, 2011).
Depois disso, sugiro voltar para as coletâneas que reúnem vários textos dos estudos queer. Em espanhol, uma das melhores é de Rafael M. Mérida Jiménez, Sexualidades transgresoras. Una antología de estúdios queer (Barcelona: Icária editorial, 2002). Lá você encontra textos de Butler (na minha opinião o melhor artigo para entender a teoria da performatividade de gênero) e de Sedwick.
Nessa coletânea consta outro texto muito referenciado por quem pensa as relações entre as políticas públicas e os estudos queer. Trata-se do artigo de Joshua Gamson, Deben autodestruirse los movimentos identitarios? Un extraño dilema. (p. 141 a 172). A partir desse trabalho, escrevi alguns textos: O que a política trans do Equador tem a nos ensinar?, disponível em www.cult.ufba.br/cus. Além desse, cito Políticas para um Brasil além do Stonewall, introdução do livro que organizei em 2011, chamado Stonewall 40 + o que no Brasil? (Salvador: Edufba, 2011). Nesse livro, você encontra textos de Berenice Bento, Larissa Pelúcio, Richard Miskolci e Fernando Seffner, influenciados/as pelos estudos queer e que fazem as suas críticas às políticas públicas e identitárias LGBT no Brasil.
Com essas leituras, certamente você já terá uma boa noção dos estudos queer. Mas obviamente essa lista está longe de ser completa. Uma outra obra, que impactou forte nos estudos mais recentes, é a de Judith Halberstam, que agora assina como J.Jack Halberstam. Trata-se do livro Masculinidad feminina (Madrid: Egales, 2008). Jack também é americano e hoje sua obra começa a ser muito lida no Brasil.
Em Portugal, os estudos queer também se encontram em desenvolvimento. Uma boa dica é ler o dossiê publicado na Revista Crítica de Ciências Sociais. Vale a pena ler: O´ROURKE, Micheal. O que há de tão queer na teoria queer por-vir? disponível em http://www.ces.uc.pt/rccs/index.php?id=937&id_lingua=1; SANTOS, Ana Cristina. Estudos queer: identidades, contextos e acção colectiva, disponível em http://www.ces.uc.pt/rccs/index.php?id=937&id_lingua=1 e SANTOS, Ana Cristina. Entre a academia e o activismo: Sociologia, estudos queer e movimento LGBT em Portugal, disponível em http://www.ces.uc.pt/rccs/index.php?id=937&id_lingua=1).
Para finalizar, sugiro os sites dos grupos de pesquisa brasileiros mais diretamente ligados aos estudos queer: www.cult.ufba.br/cus e http://www.ufscar.br/cis/. O blog http://culturavisualqueer.wordpress.com/ também é uma boa dica.
Alguns textos de estudos queer também já foram publicados
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Curso de Formação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça
O Núcleo de Estudos Interdisciplinares Sobre a Mulher (NEIM) da Universidade Federal da Bahia em convênio com o Ministério da Educação e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (MEC/SECADI), através da Universidade Aberta do Brasil/UFBA, tornam públicas, por meio deste Edital, as Normas para o processo de seleção de vagas de alunas(os) dosCursos de formação em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça, nas modalidades de Aperfeiçoamento e Especialização. Trata-se de cursos oferecidos pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM/PR) em parceria com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR/PR) e a ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres . Na Bahia, contam com a parceria da Secretaria de Política para Mulheres e Secretaria de Relações Institucionais do Governo do Estado. O objetivo dos cursos em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça – GPP-GeR é formar profissionais aptos(as) a atuar no processo de elaboração, aplicação, monitoramento e avaliação de projetos e ações de forma a assegurar a transversalidade e a intersetorialidade de gênero e raça nas políticas públicas. A meta é que a Administração Pública desenvolva instrumentos para transformar a preocupação com a equidade de gênero e raça em ações permanentes e sistêmicas incorporadas à agenda pública. O período de inscrição será de 01 a 31 de agosto de 2012.
Unesp cria 1º mestrado em Educação Sexual do Brasil
Como abordar temas como homofobia, violência sexual infantil e doenças sexualmente transmissíveis em sala de aula? Para preparar profissionais da educação e da saúde a trabalharem com essas e outras questões correlatas, a Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Araraquara, criou o primeiro mestrado em Educação Sexual do País.
"Apesar das tentativas do governo de levar a discussão sobre homofobia e da discriminação de gênero para as escolas, a sexualidade ainda é um assunto envolto em tabu e a sociedade rejeita a discussão", diz o coordenador do programa, Paulo Rennes Marçal Ribeiro.
"Nós acreditamos que, com a oferta de profissionais especializados, a população se torne mais receptiva à conscientização de crianças e adolescentes", afirma Ribeiro.
O programa de mestrado profissional da universidade paulista vai ofertar 20 vagas a partir do ano que vem em duas linhas de pesquisa - Sexualidade e Educação Sexual: Interfaces com a História, a Cultura e a Sociedade; e Desenvolvimento, Sexualidade e Diversidade na Formação de Professores.
A primeira investigará questões como a relação entre cultura e sexualidade, historiografia da educação sexual no Brasil, violência sexual e homofobia, já a segunda tratará da formação docente e do desenvolvimento sexual na infância, adolescência e vida adulta.
"Escolhemos o mestrado profissional porque, diferentemente do mestrado acadêmico, voltado somente à pesquisa, nossa modalidade valoriza a experiência e a prática diária dos alunos, permitindo, inclusive, que a dissertação (trabalho de conclusão) seja elaborada a partir da atuação profissional", diz Rennes.
É esperado que o resultado das pesquisas inclua o estudo de práticas pedagógicas, metodologia de ensino e criação de técnicas e material didático para o campo da sexualidade e da educação sexual.
O processo seletivo deve ocorrer entre setembro e outubro deste ano e a duração do curso será de dois anos.
Especialistas. Fazem parte do corpo docente dos cursos professores da Unesp (câmpus de Araraquara, Bauru e Rio Claro), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), além de visitantes de Portugal e da Espanha.
OCIMARA BALMANT - O Estado de S.Paulo
domingo, 17 de abril de 2011
Bibliografia básica para gênero e educação
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ALAN GUTTMACHER INSTITUTE. Hopes and realities: closing the gap between women's aspirations and their reproductive experiences. New York: Alan Guttmacher Institute, 1995. 56p.
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ALMEIDA, Jane Soares de. Mulheres na escola: algumas reflexões sobre o magistério feminino. Cadernos de Pesquisa. São Paulo: FCC/DPE; Cortez, n.96, p.71-8, fev. 1996.
ALMEIDA, Jane Soares de. Magistério primário em Portugal: conquista feminina no início do século XX. Cadernos de Pesquisa. São Paulo: FCC/DPE; Cortez, n.102, p.65-88, nov. 1997.
ALMEIDA, Jane Soares de. Imagens de mulher: a imprensa educacional e feminina nas primeiras décadas do século. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília: MEC/INEP, v.79, n.191, p.31-41, jan./abr. 1998. Texto na íntegra em PDF
ALMEIDA, Jane Soares de. Mulher e educação: a paixão pelo possível. São Paulo: UNESP, 1998. 225p. Resumo
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Conf.: Apresentado em: REUNIÃO ANUAL, 19; Caxambu, 22 a 26 de set. 1996.
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Resumo do manual
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SEMINARIO LATINOAMERICANO SOBRE FEMINISMO E EDUCAÇÃO POPULAR. Anais do seminário latinoamericano sobre feminismo e educação popular. Montevideo: CEAAL, 1986. 57p.
SEMINARIO O EMPREGO DAS MULHERES E AS ESTRUTURAS DE APOIO AS CRIANÇAS. Actas do seminário o emprego das mulheres e as estruturas de apoio às crianças. Lisboa: CIDM, 1991. 36p.
SEMINARIO O RETORNO DO ATOR. Anais do seminário o retorno do ator: movimentos sociais em perspectivas. São Paulo: USP/FE, 1991. 185p.
SEMINARIO SOBRE A MULHER E O ENSINO SUPERIOR, A INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS EM PORTUGAL. Actas do seminário sobre a mulher e o ensino superior, a investigação científica e as novas tecnologias em Portugal. Lisboa: CCF, 1987. 346p. (Cadernos Condição Feminina, 21)
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Colóquio e Simpósio
VII COLÓQUIO NACIONAL REPRESENTAÇÕES DE GÊNEROS E DE SEXUALIDADES E
III SIMPÓSIO NACIONAL DE PSICOLOGIA E CRÍTICA DA CULTURA
No período de 14 a 16 de junho de 2011, no Centro de Educação (CEDUC
I) da UEPB, Campina Grande – PB será realizado o VII COLÓQUIO NACIONAL
REPRESENTAÇÕES DE GÊNEROS E DE SEXUALIDADES E III SIMPÓSIO NACIONAL DE
PSICOLOGIA E CRÍTICA DA CULTURA.
Para os que desejam participar do evento com apresentação de trabalho,
o envio do resumo é realizado até a meia noite de 29 de maio de 2011,
pelo site do evento. Para se inscrever como ouvinte a inscrição on-
line pode ser feita até o dia 30 de maio de 2011, ou na secretaria do
evento no dia 14 de junho.
O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa Representações de Gênero
e de Sexualidade/CNPq e Programa de Pós-Graduação em Literatura e
Interculturalidade da - UEPB.
Para mais informações visite o nosso site: www.genero2011.com.br ou tire suas dúvidas pelo telefone: (83) 3058-4663.
Obs.: As inscrições para o congresso obedecerão ao limite de vagas.
III SIMPÓSIO NACIONAL DE PSICOLOGIA E CRÍTICA DA CULTURA
No período de 14 a 16 de junho de 2011, no Centro de Educação (CEDUC
I) da UEPB, Campina Grande – PB será realizado o VII COLÓQUIO NACIONAL
REPRESENTAÇÕES DE GÊNEROS E DE SEXUALIDADES E III SIMPÓSIO NACIONAL DE
PSICOLOGIA E CRÍTICA DA CULTURA.
Para os que desejam participar do evento com apresentação de trabalho,
o envio do resumo é realizado até a meia noite de 29 de maio de 2011,
pelo site do evento. Para se inscrever como ouvinte a inscrição on-
line pode ser feita até o dia 30 de maio de 2011, ou na secretaria do
evento no dia 14 de junho.
O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa Representações de Gênero
e de Sexualidade/CNPq e Programa de Pós-Graduação em Literatura e
Interculturalidade da - UEPB.
Para mais informações visite o nosso site: www.genero2011.com.br ou tire suas dúvidas pelo telefone: (83) 3058-4663.
Obs.: As inscrições para o congresso obedecerão ao limite de vagas.
Chamada para trabalhos
A Revista TEORIA E CULTURA (ISSN 1809-5968) da Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) informa que receberá artigos, traduções e resenhas de livros até o dia 30 de junho de 2011 para o seu quarto volume que será uma coletânea em homenagem ao Prof. Dr. Gilberto Salgado (in memoriam), seu ex-editor. Excepcionalmente, por esse motivo, os trabalhos deverão ser apresentados com 12 a 15 laudas, inclusive notas e referências.
Os trabalhos devem ser enviados para o email: teoriaecultura@gmail.com
As normas para a publicação seguem em anexo.
Por favor, divulgar nas listas dos Programas de Pós-Graduação das Universidades. Obrigada.
Att.,
João Dal Poz
Rubem Barboza
Marcella Beraldo de Oliveira
Os trabalhos devem ser enviados para o email: teoriaecultura@gmail.com
As normas para a publicação seguem em anexo.
Por favor, divulgar nas listas dos Programas de Pós-Graduação das Universidades. Obrigada.
Att.,
João Dal Poz
Rubem Barboza
Marcella Beraldo de Oliveira
quarta-feira, 30 de março de 2011
Material para pesquisa - Histórial Oral, História de Vida, Autobiografia - Links
PESQUISA NARRATIVA, (AUTO)BIOGRAFIAS E HISTÓRIA ORAL:ensino, pesquisa e formação em Educação Matemática
http://www.posgrap.ufs.br/periodicos/revista_forum_identidades/revistas/ARQ_FORUM_IND_4/DOSSIE_FORUM_Pg_37_50.pdf
COMBATE AO SEXISMO EM LIVROS DIDÁTICOS:CONSTRUÇÃO DA AGENDA E SUA CRÍTICA
http://www.scielo.br/pdf/cp/v39n137/v39n137a09.pdf
METODOLOGIAS QUALITATIVAS: ANÁLISE ETNOGRÁFICA E HISTÓRIAS DE VIDA
http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4257.pdf
HISTÓRIA DE VIDA: INSTRUMENTO PARA CAPTAÇÃO DE DADOS NA PESQUISA QUALITATIVA
http://www.unifesp.br/denf/acta/1998/11_3/pdf/art4.pdf
O USO DA HISTÓRIA ORAL COMO INSTRUMENTO DE PESQUISA SOBRE O ENSINO DA PRODUÇÃO TEXTUAL
http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v09/m326100.pdf
Trabalhando com a história de vida:percalços de uma pesquisa(dora?)
http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v37n2/14.pdf
História de vida e projeto : a his tória de vida como pro jeto e as
“histórias de vida” a ser viço de pro jetos*
http://www.scielo.br/pdf/ep/v25n2/v25n2a02.pdf
O método de história de vida em pesquisas sobre auto-percepção
de pessoas com necessidades educacionais especiais
http://www.eduinclusivapesq-uerj.pro.br/livros_artigos/pdf/his_vida.pdf
A MICRO-HISTÓRIA E A METODOLOGIA QUALITATIVA DE PESQUISA
http://www.dhi.uem.br/gtreligiao/pdf8/ST3/001%20-%20Massimo%20Bonato.pdf
As histórias de vida em formação: gênese de uma
corrente de pesquisa-ação-formação existencial
http://www.scielo.br/pdf/ep/v32n2/a09v32n2.pdf
MEMÓRIA, NARRATIVAS E FONTES: O Corpus da Pesquisa em
História Oral e Cultural
http://www.encontro2010.historiaoral.org.br/resources/anais/2/1270513413_ARQUIVO_RESUMO.doc_TEXTO_Memoria_Fontes_Recife.pdf
O método autobiográfico e a pesquisa social, Testemunhos e histórias de vida
http://www.fazendogenero.ufsc.br/8/sts/ST50/Johana_Barreneche_Corrales_50.pdf
INDIVÍDUO E AMBIENTE: A METODOLOGIA DE PESQUISA DA HISTÓRIA ORAL
http://www.brapci.ufpr.br/download.php?dd0=11055
A PESQUISA AUTOBIOGRÁFICA COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO E
RESSIGNIFICACÃO DA ACÃO DOCENTE
http://revistas.facecla.com.br/index.php/reped/article/viewFile/500/389
PESQUISA DE CAMPO E EM CAMPO, OS SABERES DAS HISTÓRIAS DE VIDA
EM COMUNIDADES RURAIS NO SERTAO DE MINAS GERAIS/BRASIL
http://www.rimisp.org/getdoc.php?docid=6528
http://www.posgrap.ufs.br/periodicos/revista_forum_identidades/revistas/ARQ_FORUM_IND_4/DOSSIE_FORUM_Pg_37_50.pdf
COMBATE AO SEXISMO EM LIVROS DIDÁTICOS:CONSTRUÇÃO DA AGENDA E SUA CRÍTICA
http://www.scielo.br/pdf/cp/v39n137/v39n137a09.pdf
METODOLOGIAS QUALITATIVAS: ANÁLISE ETNOGRÁFICA E HISTÓRIAS DE VIDA
http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/4257.pdf
HISTÓRIA DE VIDA: INSTRUMENTO PARA CAPTAÇÃO DE DADOS NA PESQUISA QUALITATIVA
http://www.unifesp.br/denf/acta/1998/11_3/pdf/art4.pdf
O USO DA HISTÓRIA ORAL COMO INSTRUMENTO DE PESQUISA SOBRE O ENSINO DA PRODUÇÃO TEXTUAL
http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v09/m326100.pdf
Trabalhando com a história de vida:percalços de uma pesquisa(dora?)
http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v37n2/14.pdf
História de vida e projeto : a his tória de vida como pro jeto e as
“histórias de vida” a ser viço de pro jetos*
http://www.scielo.br/pdf/ep/v25n2/v25n2a02.pdf
O método de história de vida em pesquisas sobre auto-percepção
de pessoas com necessidades educacionais especiais
http://www.eduinclusivapesq-uerj.pro.br/livros_artigos/pdf/his_vida.pdf
A MICRO-HISTÓRIA E A METODOLOGIA QUALITATIVA DE PESQUISA
http://www.dhi.uem.br/gtreligiao/pdf8/ST3/001%20-%20Massimo%20Bonato.pdf
As histórias de vida em formação: gênese de uma
corrente de pesquisa-ação-formação existencial
http://www.scielo.br/pdf/ep/v32n2/a09v32n2.pdf
MEMÓRIA, NARRATIVAS E FONTES: O Corpus da Pesquisa em
História Oral e Cultural
http://www.encontro2010.historiaoral.org.br/resources/anais/2/1270513413_ARQUIVO_RESUMO.doc_TEXTO_Memoria_Fontes_Recife.pdf
O método autobiográfico e a pesquisa social, Testemunhos e histórias de vida
http://www.fazendogenero.ufsc.br/8/sts/ST50/Johana_Barreneche_Corrales_50.pdf
INDIVÍDUO E AMBIENTE: A METODOLOGIA DE PESQUISA DA HISTÓRIA ORAL
http://www.brapci.ufpr.br/download.php?dd0=11055
A PESQUISA AUTOBIOGRÁFICA COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO E
RESSIGNIFICACÃO DA ACÃO DOCENTE
http://revistas.facecla.com.br/index.php/reped/article/viewFile/500/389
PESQUISA DE CAMPO E EM CAMPO, OS SABERES DAS HISTÓRIAS DE VIDA
EM COMUNIDADES RURAIS NO SERTAO DE MINAS GERAIS/BRASIL
http://www.rimisp.org/getdoc.php?docid=6528
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